Diga-me onde mora e eu te direi quem és
Asa Sul – projetada para ser habitada apenas por funcionários públicos, os quais, em sua maioria, ao se aposentarem ou serem demitidos por peculato, se recusaram a sair de lá, apelando para todo artifício jurídico para não serem despejados e irem morar no Entorno.
Lago Sul – o mais internacional dos bairros do Plano Piloto, ali se fala de swahili a servo-croata, uma verdadeira Torre de Babel, devido a inúmeras embaixadas e residências de asilados políticos. Esses refugiados se escondem em Brasília pela fama internacional de impunidade. O Lago Sul teria o mais elevado índice educacional e de renda do país, mas isso é mentira, pois cada casa tem pelo menos uma dúzia de serviçais paraíbas e analfabetos, o que joga essa estatística no chão. Nessa ilha da fantasia, numa proporção de 3 para 10, tem também um bando de deslumbrados metidos a socialites que não tem nem onde cair morto, mas não abandonam o Lago Sul nem amarrados, apenas para não perder o ‘status’.
Lago Norte – península norte sobre o Lago Paranoá, no lado oposto do Lago Sul (é lógico, seu candango burro). Habitado por uma população alienígena, que se nega a estabelecer contato com a civilização brasiliense, somente atravessando o Plano Piloto em viaturas com película escura e ar-condicionado (para não sentir o cheiro), evitando ‘se misturar’. Querem preservar seu bairro de qualquer coisa que tire a privacidade de seus moradores, preferindo rodar dezenas de quilômetros dando a volta pela Ponte do Bragueto do que aceitar uma ponte direta do Plano Piloto, pois a mesma seria usada também pelos seus vizinhos do Varjão, Paranoá, Sobradinho e Planaltina.
Cruzeiro – também conhecido como ‘Cuzeiro’, é o mais antigo bairro da região conhecida como ‘rabo’ (ou ‘ânus’) do pássaro ou avião que é o Plano Piloto. No início era um campo de concentração para onde eram trazidos, amarrados e enjaulados, os funcionários públicos deslocados do Rio de Janeiro com a transferência da capital para Brasília. Como tempo foram se acostumando com as propinas e ganhando liberdade vigiada. Atualmente são conhecidos apenas pela Escola de Samba cuja sede serve de Baile Funk e por um amontoada de prédios tipo ‘Pombal’, que é o Cuzeiro Novo.
Sudoeste – originalmente apelidado de Barroeste, pela poeira desgraçada durante a sêca e os atoleiros quando chovia. Também conhecido como Sudoreste, pelo suadouro que o calor insuportável causa a quem transita naquele cerradão. Na atualidade está mais civilizada, já contando inclusive com serviços regulares de água encanada e energia elétrica, benefícios utilizados pelo menos quando a conta é paga em dia, o que é raro por ali. Atualmente residência das putas de luxo de Brasília, que diga-se de passagem são muito gostosas.
Vila TeleBrasília – ou Vila ‘Telebrazilha’ segundo seus ocupantes, é outra concentração de barracos surgida nas mesmas condições da Vila Planalto, só que esta não tem desculpa de ter hoje o Presidente Mulla como vizinho e portanto ninguém sabe como conseguiu ficar lá até hoje. O Governo está realizando diversas obras de melhorias, capazes de elevar aquele amontoado de cortiços à condição de uma moderna e completa FAVELA de verdade.
Aqui temos uma categoria especial, que é daqueles que FINGEM que moram ‘in Brazilha’ ou mais ridículo que isso, juram fazer parte do ‘Lagu Sur’:
Jardim Botânico – também conhecido como Jardim BoStânico, Jardim Boiolânico, Jardim Goiânico ou Jardim Boiânico, devido ao fato de estar em plena zona rural, cercada bois e vacas (e suas bostas). Seus moradores tiram onda dizendo que fazem parte do Lago Sul, o que é uma piada, afinal no projeto do Lago Sul não existem as QI ou QL tipo número 724, 345 ou 446. Além do mais não há nada por ali de interesse Botânico, não passando de um cerrado desgraçado, cheio de mato e catinga, oops, caatinga. Consta que em breve será desmembrado numa nova Região Administrativa, com nome próprio, o que vai acabar com essa palhaçada de dizerem que moram ‘nu Lagu Sur’. O mais correto seria sua incorporação pela vizinha São Sebasti-Hanta, a quem o território pertence na realidade.
CIDADES-SATELITES
Sobradinho – construída com as SOBRAS das obras de Brasília. Sobrou tijolo, telha, cimento, entulho? Vai tudo pro Sobradinho, diziam os candangos. Mesmo assim, não fossem incontáveis carregamentos desviados ou surrupiados, a cidade não existiria. Também conhecida como Assombradinho.
São Sebastião – Também chamada de São Sebasti-lonjão, situa-se nos cafundós do judas. Mais conhecida por São Sebasti-Hanta, devido aos recordes de infestação da doença chamada Hantavirose, transmitida pela urina de ratos. Ou seja, o povo de lá bebe mijo de camundongo, eca!
Uma vez indo, nunca mais você volta (vivo).
Segundo dados oficiais, 97% da população não concluiu nem a 4º série do ensino fundamental.
Ceilândia – teve origem num amontoado de invasões removidas do Plano Piloto. Quando começou era citada como ‘Sei-lá-Onde’, que com o passar dos anos virou ‘Cei-lá-Ondia’ e por fim ‘Ceilândia’, nome atual. É a maior cidade nordestina do Centro-Oeste, com o som das ruas dando impressão aos visitantes de estarem em pleno sertão.
Tagualândia – Território em litígio disputado por Taguatinga e Ceilândia, por isso o nome de Tagua-lândia, que inclui o Setor M-Morte e busca açambarcar o Setor Bolinha (oficialmente Setor ‘O’ – ‘ó’ de letra ‘ó’, seu candango burro – mas seus moradores analfabetos só identificam o busão que viaja pra lá pela ‘bolinha’ da letra, por isso o nome).
Cidade Ocidental – Nome utilizado pra tenta disfarçar sua localização, na verdade deveria se chamar Cidade Velho-Oeste, com tanto pistoleiro e bandido que infesta aquelas bandas. Também conhecida como Cidade Acidental, pois surgiu por acaso. Quase ninguém sabe onde fica, dizem que tomando a estrada pra Unaí – MG, depois de passar pelo Presídio da Papuda fica mais perto, onde aliás se hospedam parte de seus habitantes quando conseguem adentrar no Plano Piloto.
Planaltina – Dizem que na verdade são duas, uma no DF e outra em Goiás, com o nome de Planaltina de Goiás. Já existia antes da fundação de Brasília, sempre pertencendo ao Estado de Goiás. Como continua tão ligada a Goiás, devia ser devolvida aos goianos, com pedido de desculpas, arrependimento e garantia de não aceitar de volta.
Taguatinga – Uma das mais conhecidas das Cidades-Assaltélites, habitada por candangos que dizem pros parentes paraíbas que ‘vévem ni Brazílha’, mas na verdade não tem condições de morar na Brasília de verdade. Há um projeto de lei que pretende transformá-la em Capital de um Estado chamado Planalto Central, incluindo as demais Assaltélites e o Restorno. Outro projeto quer que Brasília (Plano Piloto, Lago Sul e Norte) sejam determinadas como o novo e VERDADEIRO DISTRITO FEDERAL, mandando construir ao redor muralhas tipo Faixa de Gaza, com cercas elétricas tipo ‘frita-pobre’, fossos de jacaré, casamatas, restando para entrar no novo DF apenas aviões de primeira classe. O Restorno seria devolvido pra Goiás, também com pedido de desculpas, arrependimento e garantia de não aceitar de volta.
Núcleo Bandeirante – Antigo acampamento de desbravadores e bandeirantes que vieram reconhecer o território do DF e não acharam mais o caminho de volta. Recebeu depois uma quantidade absurda de ‘orelhas-sêcas’ nordestinos, que abandonaram suas ‘muiés e fios’ na merda e passando fome no agreste e se mandaram pra lá. Isso acabou atraindo uma quantidade também absurda de prostitutas, transformando a cidade na maior concentração de bordéis da história do DF. Isso deu origem aos primeiros candanguinhos (nascidos no DF), ou seja, iniciando assim essa ‘(desg)Raça Candanga’. Chamada também por Núcleo BUndeirante, no início era conhecida como ‘Cidade-Livre’, de tanta libertinagem e a completa ausência da Lei naquelas bandas, coisa que nunca mudou. Cheia de japoneses parece um bairro de Tóquio.
Candangolândia – Com esse nome, depois de conhecer as origens e as características dos candangos, acima bastante esclarecidas, só resta dizer desta sub-Assaltélite: BEM FEITO, DEUS CASTIGA, afinal ninguém merece ter tanto candango amontoado, a ponto de ser chamado de Candangolândia. Cruz-credo!!! Embora seus moradores digam que aquilo é uma ‘cidade’, não passa de uma expansão no Núcleo Bundeirante, com suas qualidades nulas e defeitos todos. O povo dessa sub-Assaltélite tem muita lêndia (Eca! Só tem piolhento!), por isso a ‘cidade’ ficou conhecida também como Candangolêndia.
Riacho Fundo – Localidade cujo nome teve origem num curso dágua que corria naquelas bandas antigamente, até a região ser assolada pela praga de retirantes mortos de fome, despejados de invasões. O tal riacho virou um valão de esgoto a céu aberto, que de tanta bosta acabou aterrado e hoje ninguém mais sabe onde ficava. Dizem que os barracos tomaram conta até das áreas antes ocupadas pelo leito daquele finado córrego.
Recanto das Emas – Nome que fazia juz à região antes de o Roriz distribuir os lotes a troco de voto. Assim que as hordas de candangos e paraíbas lá chegaram, dizimaram completamente com as pobres Emas, que foram todas comidas. Isso aconteceu também com toda forma de vida, rastejante ou ‘avoante’. Com a flora também devastada, deveria ter seu nome, Recanto, mudado para a realidade atual: Requinto. Dos Infernos. Ou Requinto das Ex-Emas. Geralmente dito que lá é lar dos EMOS e também das EMAS.
Águas Lindas de Goiás – Sua história tem muito a ver com a do Requinto das Ex-Emas, pois antes a região era conhecida por possuir lagoas, córregos e rios muito limpos, justificando o nome de Águas Lindas. Conforme atestam fotografias trazidas por assistentes sociais lulistas, distribuidores de cartão do Fome-Zero, Bolsa-Família, Bolsa-Gás, Renda Minha, Cesta Básica e Pão-e-Leite, ninguém acredita que aquelas bandas já foi de águas límpidas como dizem. Segundos dados, a principal atividade econômica da cidade é o complexo sistema de puteiros existentes. 79% da atividade ecônomia municipal gira entorno de bares, casas de sexo, cassinos ilegais e etc. Os restantes 10% são venda de drogas e 1% é de venda de frutas na rodovia.
Samambaia – Colonizada por uma gente conhecida como ‘fios di umas égua’, ou seja, gente que tinha a Mãe na Bahia (local onde se cria éguas). Daí o povo sacaneava e chamava os primeiros moradores de ‘Sua-mãe-na-bahia’, que com o passar do tempo virou ‘Sá-mãe-na-bahia’, derivando, pela intensidade do uso da expressão, na atual denominação de ‘Samambaia’.
Cidade Estrutural – Nome dado por algum comediante para o mais desestruturado dos ajuntamentos de catadores de lixo do DF. Estrutural é o nome de uma pista que passa perto – correndo, com nariz tampado e morrendo de medo – rumo a Taguatinga. Conhecida internacionalmente pela preocupação ecológica de seus moradores, que preservam alí um verdadeiro santuário ecológico de urubús e camundongos. O Governo Arruda anunciou recentemente um pacote de obras que irá mudar radicalmente a apresentação do local, que assim poderá finalmente elevar sua condição à de uma verdadeira FAVELA.
Guará – É a mais próxima de Brasília, criada através de mutirões mas em eternas e inacabadas obras, afinal candango é tudo vagabundo. Consta que seu nome se deve aos Lobos-Guará, que antes habitavam a região em grandes matilhas. Outros atribuem o nome ao pássaro de nome Guará, que revoavam alegremente aos bandos por ali. Entretanto, nenhum desses bichos e todos os demais que haviam por lá não sobraram pra contar história, pois viraram farofa e churrasco. Conhecida também por ser o maior foco de emos e roqueirinhos pés-de-chinelo e metidos a play-boys, que ainda por cima tiram onda sobre os oriundos das demais Assaltélites, achando que por estarem na divisa de Goiás com Brasília, são melhores que os outros.
Phill Castelly… Isso n e gozaçao da cidades.
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